Por aí

Berlim III – museus e feiras de Natal

  Começámos a nossa sexta-feira com o pequeno-almoço em Alexanderplatz onde se pode também ver a Berliner Fernsehturm, a torre da televisão alemã, a construção mais alta do país com 368 metros.

Daqui caminhámos para um dia dedicado quase exclusivamente à Segunda Guerra Mundial. Visitámos primeiro o Deutsches Historisches Museum – Museu  de História de Berlim.

Passámos a manhã  em duas exposições, a permanente com aspectos da História da Alemanha da Idade Média aos nossos dias. O viking e eu evitamos tirar fotografias em museus, com os vidros e luzes de protecção acabam por ficar sempre mal, mas  a padeira em mim não resistiu.

 

A segunda exposição que visitámos abriu agora e documenta a subida de Hitler ao poder. Nesta, por causa de grupos neo-nazis há mais segurança e é proibido fotografar.

O viking tem uma fixação na Segunda Guerra Mundial, e vê tudo com um certo distanciamento científico, mas para mim foi difícil.

Depois de almoço ainda fomos à Topografia dos Horrores – o nome diz tudo – mas eu já não quis ver mais nada, sentei-me num banco a ler os meus guias e deixei o viking a ver a exposição sozinho.

  (Nem tirei fotografias mas deixo aqui o link)

 

Outro ponto obrigatório de qualquer turista em Berlim é Checkpoint Charlie – o local que durante a Guerra fria marcava a fronteira entre a cidade dividida.

A noite foi mais leve, passada numa das muitas feiras de Natal de Berlim. Bebemos vinho quente e claro, como todos os locais, comemos salsichas!!

  

  

 

 

II – Dia 1 – Into the heart

“(…) I love you, in a really, really big ‘pretend to like your taste in music, let you eat the last piece of cheesecake, hold a radio over my head outside your window’ (…) – Meredith Grey

Chegámos a Berlim às nove da manhã. Do aeroporto ao hotel foi um saltinho. Eu tinha contactado o hotel para ver se tinham serviço de bagagem, mas assim que chegámos deixaram-nos fazer o check in. Às dez da manhã! O quarto era impecável. Deixámos as malas e fomos logo passear e conhecer a cidade. Como sabem o meu viking partiu um pé e ainda está a recuperar, usa uma bengala e anda muitíssimo mais devagar do que o habitual. No primeiro dia choveu imenso e fizemos pouco mais de que descansar, comer e comprar chapéus de chuva. No fim da tarde saímos para o momento alto da nossa viagem. O concerto dos OMD. Espantem-se, eu meto-me num avião e vou a Berlim ver um concerto de uma banda da qual nem gosto. É o amor.

O concerto foi no   Tempodrom.

Cá fora vendia-se wurst e cerveja e ainda bem, a noite estava fria e choveu sem parar.

Por causa do pezinho do viking escolhemos lugares sentados, as fotografias não estão boas, mas cá estão elas.

 

O melhor do concerto,  - já vos disse que não gosto dos OMD? – foi a banda da primeira parte – MIRRORS

Into the heart:

Mirrors em Berlim

Depois do concerto tentámos ir comer a beber qualquer coisa, mas estava tudo fechado!

I – Antes da partida

I – Antes da partida

Sou uma organizadora compulsiva, tudo o que faço é, ou tenta ser, planeado ao segundo, para tudo tenho listas, mapas, planos, livros. A minha listo-dependência aumenta quando planeio uma viagem. Porque a mim não me chegam os guias de viagens, eu escrevo o meu próprio guia com tudo o que quero visitar, organizado por dias, informações sobre transportes, comida e acontecimentos da época em que visito um país ou uma cidade.

Informações gerais sobre a nossa viagem:

Berlim 18 a 22 de Novembro de 2010

Comprámos os voos e hotel através da expedia.

Os voos Copenhaga- Berlim demoram menos de uma hora. Partimos dia 18 às 8 da manhã e regressamos no voo das 8 da noite, dia 22.

Voámos com a EasyJet – não temos absolutamente nada a apontar, foram todos uma simpatia.

Hotel – Ficámos no art’otel berlin-mitte  - 

Escolhemos sempre  local onde ficamos balançando budget e localização. Na maior parte das vezes sacrificamos um pouco o conforto pela proximidade ao centro, mas desta vez tivemos sorte. O hotel é central, com uma estação de metro do outro lado da rua, e lindo. O hotel tem uma exposição permanente de Georg Baselitz.

Algumas fotografias do nosso quarto:

 

Transportes públicos

Berlim tem um excelente, embora um pouco confuso, sistema de transportes públicos, limpos, rápidos e seguros.

A cidade está dividida em 3 áreas – A, B,C -  A e B são as mais centrais onde se encontram quase todos os monumentos e áreas de interesse.

Quem usa a EasyJet voa para o aeroporto de Schönefeld  (zona C)– daqui comboios que nos levam ao centro de Berlim em meia hora.

Bilhetes:

Todos os bilhetes ou passes para transportes podem ser comprados no aeroporto terminal A.

Há várias escolhas de bilhetes. Simples, diário, semanal.  Estes bilhetes dão acesso a todos os meios de transporte da cidade -  autocarro, metro, comboio e eléctrico. Mais informação aqui -

Optámos por comprar o BERLIN WELCOME CARD (ABC) (35€) – cinco dias.

Este cartão dá acesso a todos os meios de transportes a descontos em museus e outros locais que queríamos visitar, por isso para nós compensou.

Berlim – Introdução

 Introdução

Tenho conversado com alguns clientes sobre a viagem que o meu Viking e eu fizemos a semana passada a Berlim. Para os interessados deixo aqui uma série de pequenos posts e as nossas fotografias. Partilho também informações práticas, caso tenham interesse em visitar a cidade. Todos os posts estão numerados e na categoria – Berlim